Bacon

O ARQUÉTIPO BACON

por Pedro Del Picchia

A marca BACON é fruto de um processo de co-criação entre os sócios. Foi concebida a partir do estudo das expectativas de cada um, de nossos aspectos projetivos e também das nossas análises de potencial para modelos de negócio diferentes como esse. Sabendo disso, contaremos um pouco sobre como um de nós, o Pedro, a partir da psicologia, colaborou na construção deste projeto.

A marca precisava carregar em si não apenas os sentimentos que só a música nos provoca, mas também a vontade de trazer algo novo ao mercado. Todos os processos da nossa empresa, nossas parcerias em outros continentes, nosso jeito de ser e agir, deveriam estar alinhados sob uma estrutura única, com base em uma personalidade conectada intimamente a cada um de nós.

Segundo Pedro, “Há algum tempo faço parte de projetos que utilizam análise de arquétipos jungianos para criação e compreensão de marcas. O livro “The Hero And The Outlaw” é uma grande inspiração para todos aqueles que já pensaram nisso, mas quis ir além juntando essas ideias à experiência que tenho com pesquisa e clínica”.
Mais do que aspectos racionais, queríamos entender quanto a percepção sonora representava para cada um em um âmbito significativo e sinestésico.

Pedro realizou entrevistas com cada um de nós, e análises buscando o conceito central e aspirações, seguidas de uma série de avaliações projetivas de imagens associadas ao Audio Branding e seus possíveis impactos no mercado: “Avaliando um a um, surgiram uma série de palavras e aspirações comuns. Mas foi ao cruzar as narrativas e biografias que pude chegar a uma linha mestra e a um pilar para construção da marca BACON” diz Pedro.

A música é tecida na vida de cada um da nossa equipe de formas diferentes, mas com significados muito profundos. Desde hobby - como era para o Pedro - até como profissão, como sempre foi para o Nuno. Por isso, desde o começo existe dentro da BACON uma compreensão muito ampla do que é música e do que ela pode significar. Unida ao desejo de sermos agentes transformadores do mercado, nosso objetivo central é dar aos sons, barulhos, e a tudo que diz respeito aos nossos ouvidos, um valor que não tem sido dado até agora, do ponto de vista mercadológico. A criação da nossa marca precisava transmitir essas ideias.

“Por isso segui dentro do conceito arquetípico do Mago. Pense na fábula do Flautista de Hamelin, em ilusionistas de rua, ou até mesmo no Homem de Ferro dos quadrinhos. Eles conseguem, diante dos nossos olhos, nos surpreender e prender nossa atenção, ao mesmo tempo que por trás de cada ação existe muito estudo, treino, planos, projetos e pesquisa, sem os quais nada disso seria possível.” explica.

Com isso, concluímos que o propósito da BACON é transformar, envolver e entreter de maneira calculada e com perícia. Nosso objetivo é impactar nossos clientes e seus consumidores tal qual a música nos impacta, porém fazer isso de uma forma que possa ser percebida, quantificada, e repetida. Ter o máximo de controle das experiências sonoras, adicionando ao que há de mais espetacular na música.